segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

As dez principais tendências em telecom para 2016, segundo Analysys Mason

Analysys Mason divulgou suas previsões anuais para telecom, mídia e tecnologia. A lista não está em ordem de importância e se baseia nas pesquisas primárias globais, realizadas pelos especialistas da companhia. Elas se originam de levantamentos com foco nos cinco temas principais de longo prazo dos provedores de serviços de comunicação, ou seja, 1) economia digital e Internet das Coisas - IoT; 2) futuro da comunicação; 3) convergência; 4) inovação de rede; e 5) modelos de operação digital. Confira as dez principais tendências para os próximos 12 meses:

1. A disputa pelo domínio mundial na tecnologia de rede conhecida como ‘low-power, wide-area’ (LPWA) ficará restrita à IoT (Internet das Coisas) em banda estreita (narrow band ou NB-IoT) e ao LoRa.1. (técnica de modulação de amplo alcance que pode ser adotada por vários tipos de rede, como Mesh, Star, ponto-a-ponto etc.).

2. No âmbito do setor máquina-a-máquina (M2M), o mercado mais importante será o dos carros conectados – o número destes veículos vai crescer para mais de 150 milhões, com as maiores operadoras colhendo os benefícios.

3. Google vai intervir decisivamente no mercado de serviços de comunicação com o Android N: ele irá suportar serviços nativos de Rich Communications Suite (RCS), ao mesmo tempo em que abre o discador nativo do aparelho a terceiros.

4. Operadores ampliarão o alcance de serviços para dispositivos que não possuem cartões SIM embutidos, tais como tablets e relógios; também irão integrar os recursos em tempo real sobre as iniciativas da Internet das coisas (IoT), como casas e carros inteligentes.

5. A proporção de operadoras móveis que oferecem serviços de banda larga fixa crescerá acima de 50%, em âmbito mundial, durante 2016.

6. A média de consumo de dados por residência irá exceder 100GB, nos mercados desenvolvidos, em 2016.

7. Operadores e vendors de equipamento aumentarão a taxa de adoção da LTE-A para permitir velocidades de banda larga móvel superiores a 500Mbps e dar suporte à transição para a 5G.

8. Provedores de serviços de comunicação (CSPs) darão prioridade a ganhos de curto prazo sobre novas oportunidades de entrega de serviços. Como resultado desta prática, os gastos com virtualização da função de rede (NFV) irão praticamente dobrar em 2016, ultrapassando os gastos com software defined networking (SDN), e ocuparão mais de 20% do mercado de SDN, avaliado hoje em US$ 9,5 bilhões.

9. A tecnologia de virtualização de rede permitirá a distribuição de elementos de entrega de conteúdo de forma mais próxima às fronteiras do dispositivo móvel, aperfeiçoando a experiência do usuário, mesmo diante do crescimento do tráfego de vídeos.

10. As conversões dos provedores de serviço de comunicação (CSP) para provedores de serviços digitais (DSP) irão crescer ao longo de 2016, o que irá requerer robustos relacionamentos com provedores de serviços digitais, incluindo distribuidores de vídeo e música. 

Fonte: http://www.analysysmason.com/

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